Back-end vs Front-end vs Full-Stack, qual a melhor escolha?

Aprenda as diferenças entre os três tipos de desenvolvimento! Conheça também as vantagens e as linguagens utilizadas em cada categoria!

Ao ingressar na área de desenvolvimento de sites e aplicativos você pode se deparar com uma difícil escolha: por onde começar? Mesmo que você já tenha escolhido uma linguagem, pode ser complicado descobrir tudo o que ela pode fazer e onde isso se encaixa no processo de programação.

Pensando nisso, fizemos o post de hoje para falar sobre como as linguagens de programação se dividem. Você entenderá a diferença de programar “para o usuário” e “para o servidor” – ou carinhosamente apelidados de ‘client-side’ e ‘server-side’ – e como cada linguagem entra nessas categorias. E aí, pronto para descobrir tudo sobre Back-end, Front-end e Full-stack?

Então vamos lá!

Front-end: lidando com o usuário

Front-end: lidando com o usuário | Back-end vs Front-end vs Full-Stack, qual a melhor escolha?

A expressão inglesa, traduzida livremente, significa algo como fins de frente. Se uma linguagem é classificada como front-end, isso significa que ela cuida da interface com o usuário. Dessa forma, tudo o que você vê na tela de um computador ou celular foi feito com linguagens front-end.

Por exemplo, na hora em que você digita “google.com.br” em um navegador, é o front-end o responsável por desenhar cada tela e entregar as opções possíveis. As linguagens e frameworks mais conhecidos nesse termo são os seguintes:

Como você pode ver, a lista é bem grande! Algumas dessas e outras linguagens estão melhor explicadas neste post. Geralmente, linguagens de programação front-end tendem a ser mais fáceis de se aprender, porque utilizam sintaxes mais simples, que se aproximam um pouco da linguagem humana. Consequentemente, exige uma curva menor de aprendizado.

Vantagens de trabalhar com front-end

Além da maior facilidade de aprendizado, o front-end é uma área muito importante porque se relaciona diretamente com o usuário. Quem escolhe esse caminho pode atuar como designer na criação de mockups e layouts, ou pode se tornar um analista de experiência do usuário, analisando o uso das interfaces e buscando melhorias.

Claro, não só isso! O desenvolvedor front-end efetivamente cria as telas e interfaces de navegação, exercendo um papel crucial no ciclo de vida da aplicação. Olha esse exemplo:

O desenvolvedor back-end é o cara que constrói a casa, com as fundações, pilares estruturais e tudo o mais. O desenvolvedor front-end vai ser o designer dessa casa, organizando os espaços de convivência, definindo as formas de utilização dessa casa, etc.

Logo, ser um desenvolvedor front-end é uma das grandes carreiras que você pode seguir no mercado de desenvolvimento. Se você curtiu a ideia e já está afim de experimentar, dá uma olhada nesse ebook para ter uma ideia de como começar nessa carreira.

Dica da Becode

Cá entre nós, vamos te dar uma dica daquelas de amigo de verdade: pense com carinho no JavaScript! Essa linguagem nasceu no front-end e hoje é a base dos frameworks mais utilizados na programação front-end, como Angular, React e JQuery. Se você manjar muito dela, terá grandes chances de encontrar boas oportunidades.

Além disso, ela também é uma das linguagens que podem ser usadas no back-end. “Pera aí, tem linguagem que não é só de front-end?” Sim! Vem com a gente, que vamos explicar melhor essa história!

Back-End: lidando com o servidor

Back-end: lidando com o servidor | Back-end vs Front-end vs Full-Stack, qual a melhor escolha?

Se o front-end cuida das interfaces com o usuário, quem é que busca as informações? Isso mesmo, o back-end. O termo significa algo como trabalho dos bastidores, ou seja, quando o usuário digita um endereço, é o back-end que processa aquele endereço e envia os dados para o front-end apresentar na tela.

Por ser uma área muito mais abrangente, existem diversas linguagens e frameworks para estudar. Cada um deles é focado em diferentes aspectos das soluções. Existem as tecnologias de back-end voltadas para web, como:

E existem também as linguagens focadas em soluções desktop, os famosos programas de computador e celular:

Esses são apenas alguns exemplos, a lista de linguagens para back-end é muito maior. O importante é saber escolher. Se você que aprender linguagens que lidem com requisições feitas em sites, você deve escolher linguagens voltadas para esse nicho. Se for para criar aplicativos, algumas linguagens web até podem ser usadas, mas é bom pesquisar bem antes de começar a estudar para fazer a escolha mais adequada ao seu projeto.

Um exemplo disso é o Node.js. Ele é um framework baseado em JavaScript que faz o back-end tanto de sites como de aplicativos móveis. Mas nem todas as linguagens são voltadas para esse objetivo, por isso, é válido estudar cada uma delas antes de começar a efetivamente programar.

Porque vale a pena ser desenvolvedor back-end

Todo aplicativo, site ou serviço tecnológico precisa de um desenvolvimento back-end para ter suas requisições tratadas. Pensando nisso, já dá para ter uma noção da importância dessa área da programação. Mas não é apenas essa questão.

As ditas linguagens front-end criam maiores demandas no mercado. Você pode, por exemplo, atuar como analista de projetos, entrevistando as pessoas que precisam de uma solução para entender quais são as reais necessidades delas. Se você gosta de escrever, tem a opção de ir para a área de documentação e testes, realizando avaliações nos aplicativos e serviços e escrevendo sobre isso.

Mas se você gosta muito de programar, vá em frente! Essa tende a ser a escolha natural da maioria dos desenvolvedores. Mas lembre-se que a complexidade do back-end é diferente da de front-end.

Ao invés de criar interfaces, você precisará lidar com banco de dados, ler os dados enviados pelo usuário e decidir, via código, se aquilo é um erro ou não, algo que exige mais abstração por parte do desenvolvedor. Note que a atuação do back-end está muito ligada também à segurança da aplicação, enquanto à do front-end está relacionada com o bem-estar do usuário.

Full-Stack, o tudo-em-um

Full-Stack, o tudo-em-um | Back-end vs Front-end vs Full-Stack, qual a melhor escolha?

Aaaaah, mas eu gostei das duas modalidades! E agora??

Caaaalma, tem lugar pra todo mundo!

Eu diria que você precisa conhecer o desenvolvedor full-stack. Uma carreira que vem se mantendo muito em alta nos últimos anos. Mas o que é full-stack?

O termo vem do inglês “pilha completa” e se refere ao englobamento do front com o back-end. Dessa forma o desenvolvedor full-stack cria não apenas soluções para o usuário, mas também trata cada requisição feita por ele. Louco isso, né?

Algumas pessoas acham isso impossível, tendo em vista que você precisa dominar mais do que apenas uma linguagem e um framework. Mas a gente aqui entende que essa é uma das carreiras mais promissoras do mercado de TI. Simplesmente pelo fato de que nela você dificilmente ficará desempregado. E ainda tem mais benefícios!

Porque vale a pena ser um desenvolvedor full-stack

Se você leva a sério a ideia de trabalhar com desenvolvimento, você deve saber como é importante dominar não apenas uma linguagem, mas todas as habilidades e conhecimentos essenciais a um programador. Sendo assim, saber um pouco de cada vertente já é uma habilidade esperada no mercado.

Ter o perfil de um desenvolvedor full-stack pode parecer difícil no começo, mas vale muito a pena no longo prazo! Além disso, você terá maior controle sobre todo o processo de desenvolvimento das aplicações.

Se existe algo difícil, em qualquer setor, é ter que depender de equipes para fazer seu trabalho. Sendo o único programador de uma solução, fica mais fácil entender como tudo funciona e até mesmo encontrar soluções para os problemas que surgem. E só de não ter que depender de outro setor para avançar no projeto, sua produtividade pode aumentar consideravelmente.

Isso tudo sem levar em consideração a autonomia que tem um desenvolvedor full-stack. Ah! E você ainda tem boas chances de conquistar mais oportunidades como freelancer para ganhar um dinheiro extra.

E aí, já sabe o que escolher?

A gente sabe que depois desse texto talvez continue não sendo tão simples de escolher com o que você quer trabalhar. Mas nosso objetivo é te mostrar como a área de desenvolvimento é vasta e receptiva a todos que queiram entrar nela. Acredite, há sempre oportunidades, basta você correr atrás delas!

Se você ainda não tem ideia de qual caminho seguir, escreva num papel o que você procura. Veja se o que te chama mais a atenção, comece optando por desenvolvimento móvel, desktop ou web. Depois disso, avalie o seu perfil profissional e a sua personalidade, aposto que vai te ajudar muito a decidir se é o front ou o back-end – ou os dois! –  que mais te agrada. Depois disso, é só escolher a linguagem que você vai começar!

Agora, se você já escolheu e está pronto para começar a trilhar seu caminho, dá uma conferida neste KIT que fizemos para você e parte pros cursos relacionados à sua preferência. Você vai precisar de muitas horas de estudo para chegar aonde está querendo!

E nós estaremos aqui para te ajudar a ser um programador de sucesso no Brasil e no mundo! Conta pra gente, aí nos comentários, o que falta para você começar a programar? E quem já começou, quais estão as maiores dificuldades?

Até mais, pessoal!

Curso online de HTML5, CSS3 e JavaScript da Becode! O seu primeiro passo para se tornar um front-end developer!

11 de agosto de 2017

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